Bem-vindo ao portal do Dr. Normando Guedes, neurocirurgião especializado em técnicas minimamente invasivas, neuromodulação e tratamento das doenças da coluna e da dor crônica. Aqui você encontra informações sobre serviços, formação, atendimentos, artigos e como entrar em contato. Navegue e descubra como podemos ajudar você a viver sem dor.
Dr. Normando Guedes é neurocirurgião especializado em tratamento da dor crônica e em técnicas endoscópicas e minimamente invasivas para tratamento de doenças da coluna.
Formado pela UFPB, com residência em Neurocirurgia pelo Hospital São Lucas da PUCRS, possui aperfeiçoamentos em tratamento da dor, neuromodulação e cirurgia minimamente invasiva.
O Dr. Normando é membro titular da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN), da International Association for the Study of Pain (IASP) e da Sociedade Internacional de Neuromodulação (INS). Realiza doutorado em Neurociências na PUCRS e é professor de Neurocirurgia na PUC-Goiás, trabalhando com uma abordagem multidisciplinar baseada nas melhores evidências científicas.
“No centro do Brasil, aproximamos as pessoas dos tratamentos realizados nos melhores centros do mundo.”
Dr. Normando GuedesDiagnóstico preciso e tratamentos modernos para as principais causas de dor da coluna e dor crônica.
A neurocirurgia é a especialidade médica que lida com as doenças do sistema nervoso central e periférico.
Problemas na coluna são bastante comuns. Entretanto, apenas uma pequena porcentagem das pessoas com esses problemas necessitará de cirurgia. Quando necessário, dispomos das técnicas mais modernas e minimamente invasivas para realizar a sua cirurgia com segurança.
Toda dor com duração maior que 3 meses, de qualquer natureza ou em qualquer parte do corpo, é considerada uma dor crônica e necessita de avaliação especializada.
Conjunto de técnicas utilizadas para alterar o funcionamento do sistema nervoso através de estímulos elétricos, magnéticos ou químicos. São técnicas eficazes no tratamento da dor crônica.
Proporcionar aos pacientes uma melhor qualidade de vida oferecendo o tratamento adequado para a sua dor com técnicas utilizadas nos melhores centros do Brasil e do mundo.
Transformar a vida das pessoas através do tratamento da dor, trabalhando na construção contínua de um ecossistema de excelência e consolidar a posição de referência em neurocirurgia, cirurgia da coluna e tratamento da dor no país.
Empatia: “Eu acredito na sua dor” é um dos lemas do doutor — tratar cada paciente com respeito e compreensão, validando suas experiências e sentimentos.
Inovação: utilizamos as mais modernas técnicas e abordagens minimamente invasivas para garantir o melhor resultado no tratamento da sua dor.
Transparência: comunicação clara sobre diagnósticos, tratamentos, riscos e complicações, sem charlatanismo ou promessas irreais.
Cuidado Humanizado: atendimento personalizado e acolhedor focado no bem-estar físico e mental dos pacientes.
Excelência: compromisso contínuo com a qualidade dos tratamentos oferecidos.
Neurocirurgião especializado em técnicas endoscópicas e minimamente invasivas para tratamento das patologias da coluna e dor crônica, Dr. Normando Guedes segue os princípios abaixo.
Dr. Normando Guedes é referência no tratamento de patologias da coluna vertebral utilizando técnicas endoscópicas e minimamente invasivas. Seu foco é proporcionar uma recuperação rápida, com menos dor e retorno precoce às atividades.
Dr. Normando entende que cada paciente é único e valoriza suas experiências. Ele acredita na sua dor e oferece um tratamento humanizado, ouvindo suas preocupações e trabalhando para melhorar sua qualidade de vida.
Com formação em instituições renomadas e diversas especializações, Dr. Normando mantém um compromisso contínuo com a excelência. Seu objetivo é oferecer o melhor atendimento possível, baseado nas mais recentes evidências clínicas.
Você já ouviu que a sua dor é “coisa da sua cabeça”, que “não há nada de errado” nos seus exames e que “não existe nenhuma explicação para essa sua dor”? Mais de 80% dos pacientes que procuram o Dr. Normando já foram atendidos por outros médicos ou já realizaram algum tipo de cirurgia e permanecem com dor. Depois de tanto ouvir esses relatos, hoje o doutor se dedica a buscar soluções que possibilitem a melhora da qualidade de vida dessas pessoas.
A neurocirurgia lida com doenças graves e cirurgias muito complexas, por isso é considerada por muitos como a especialidade mais difícil da Medicina. Essa formação nos fornece a base teórica e técnica para aplicar diversos procedimentos e ajudar os pacientes a recuperarem sua qualidade de vida.
A cirurgia da coluna é sempre a menor cirurgia possível que resolve o problema do paciente. Grande parte das cirurgias pode ser realizada com técnicas minimamente invasivas e mínima manipulação dos tecidos, permitindo recuperação rápida, com menos dor e retorno às atividades — inclusive em pacientes idosos, com a mesma eficácia e menores riscos.
Sei que você já passou por diversos médicos e talvez não esteja mais aguentando a dor. Entendemos que a melhor alternativa é oferecer um tratamento completo, abordando os impactos da dor em diversos aspectos da sua vida — por isso trabalhamos com uma equipe multidisciplinar completa para a abordagem do paciente com dor.
Veja o que os pacientes dizem a respeito da Dr. Normando Guedes.
O Dr. Normando oferece atendimento online via telemedicina, uma prática regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina. Esta modalidade permite realizar consulta de pacientes à distância, solicitar e avaliar resultados de exames e manter o acompanhamento dos nossos pacientes sem que precisem se deslocar até o consultório todas as vezes.
Consultas por vídeo em horário agendado, com receitas e pedidos de exame com validade legal.
Agendar teleconsultaA consulta por telemedicina acontece por vídeo, em horário agendado, e permite avaliação do quadro, orientação sobre exames, emissão de receitas e pedidos de exames com validade legal. É indicada principalmente para retornos, segunda opinião e discussão de resultados de exames de imagem.
Para primeira avaliação de dor com sintoma neurológico — perda de força, dormência progressiva, alteração de reflexo — o exame físico presencial costuma ser necessário.
Serve, e é um dos usos em que a teleconsulta rende mais. Dá para revisar as imagens junto com você, explicar o que cada achado significa e, principalmente, dizer o que aquele achado NÃO significa.
Mas o laudo sozinho não fecha diagnóstico. O que o exame mostra precisa conversar com a sua história e com o exame físico.
Por que o laudo não define o diagnóstico →Sim. Receitas e pedidos de exame emitidos em teleconsulta têm assinatura digital e validade legal, aceitos em farmácias e laboratórios.
Leve, sim — mas não é por eles que a gente vai começar. Costumo dizer: deixa o exame de lado um pouco, vamos conversar primeiro.
A sua história explica mais do que o laudo. Quero entender como a dor começou, o que melhora, o que piora, como está o seu sono e o seu dia a dia. O exame entra depois, para confirmar ou descartar o que a conversa e o exame físico levantaram.
Como conduzo uma avaliação →Não. Na maior parte dos casos, não. A história natural da hérnia de disco é favorável ao tratamento clínico, e hérnias com extrusão — justamente as que mais doem — são as que têm as maiores taxas de reabsorção espontânea documentadas na literatura.
Eu tenho uma regra clara: hérnia com dor aguda, sem urgência neurológica, eu não opero. A cirurgia entra quando há indicação real, não porque o exame mostrou uma hérnia.
As 3 indicações reais de cirurgia →Essa é uma das perguntas que mais ouço, e a resposta honesta é: é raro, mas existe uma situação que não pode esperar. Chama-se síndrome da cauda equina.
Os sinais de alarme são perda de força progressiva na perna, dificuldade para urinar ou segurar a urina, e dormência na região que encosta no selim de uma bicicleta. Diante de qualquer um deles, não marque consulta: procure um pronto-socorro. Fora desse cenário, a hérnia não caminha para paralisia.
Hérnia de disco causa paralisia? →Depende do procedimento e de cada pessoa, e desconfie de quem der um número fixo antes de te examinar. Nas técnicas minimamente invasivas e endoscópicas, a recuperação costuma ser mais rápida que na cirurgia aberta, porque a agressão aos músculos e ligamentos é bem menor.
O que eu combino com cada paciente é um retorno progressivo, com metas semanais. E digo desde a consulta: o resultado da cirurgia depende também do que você faz depois dela.
Cirurgia minimamente invasiva da coluna →Não, e esse é um ponto em que eu discordo de parte do que se vê por aí. Cirurgia endoscópica para dor lombar axial pura, sem dor irradiada para a perna, não tem indicação — e é uma das situações em que mais vejo paciente operado sem necessidade.
A endoscopia é excelente quando existe um alvo definido comprimindo uma raiz nervosa. Sem esse alvo, a técnica não resolve, por mais moderna que seja.
Quando a endoscopia é indicada →Sim. Sempre. Médico sério não se ofende com segunda opinião — ao contrário, espera que você faça isso diante de uma decisão dessa magnitude.
O que importa é que a segunda opinião seja baseada na sua história e no seu exame físico, não apenas no seu laudo.
Quando operar e quando evitar →Faz, e é mais comum do que parece. Dor não aparece em exame. Eu trato a pessoa, não trato o laudo.
Dor crônica é um problema de sistema de alarme: o alarme fica sensível demais e passa a tocar por qualquer coisa. Um alarme que toca por tudo não serve para nada — e é isso que precisa ser tratado, mesmo com a ressonância impecável.
Dor que persiste com exame normal →Não. Essa é uma das frases que mais atrapalham o tratamento das pessoas, e eu discordo dela frontalmente.
Degeneração da coluna é igual ruga e cabelo branco: todo mundo tem ou vai ter com o tempo. Mas sentir dor nunca é normal, nem aos 95 anos. Idade não é limite para investigar nem para tratar.
Avaliação da dor crônica →São procedimentos de baixo risco quando bem indicados e bem executados, mas risco zero não existe em medicina — e quem disser o contrário está te vendendo alguma coisa.
Os cuidados principais são infecção, sangramento e reação à medicação, todos incomuns. O que reduz risco de verdade é o guia por ultrassom: eu vejo o nervo, o vaso ao lado e a agulha chegando, em tempo real, no seu corpo — e não na anatomia média das pessoas.
Bloqueios guiados por ultrassom →O bloqueio é um degrau, não o destino. Ele tem duas funções: aliviar a dor e, principalmente, responder a uma pergunta — se eu silencio este nervo específico e a sua dor muda, aprendi algo que nenhum exame de imagem ia me contar.
Tirar a dor é relativamente fácil. Difícil é fazer o efeito durar, e isso depende do que vem depois: educação em dor, sono, exercício e o seu envolvimento no tratamento.
O procedimento é um degrau, não o destino →Postura tem peso, mas costuma levar mais culpa do que merece — e colchão e travesseiro, mais ainda. Se postura fosse a explicação central, todo mundo que trabalha sentado teria dor, e não é o que acontece.
O que costuma sustentar a dor cervical é a combinação de carga contínua sem pausa, sono ruim, pouca atividade física e um músculo que contrai em defesa. É nesse conjunto que o tratamento funciona.
Dor cervical em quem trabalha no computador →Não, e essa confusão é frequente. Aquela dor que começa no pescoço, sobe pela nuca e às vezes chega atrás do olho tem nome: neuralgia occipital. É uma condição diferente da enxaqueca, com tratamento diferente.
Separar as duas é justamente o tipo de coisa que muda o rumo do tratamento — e é uma das áreas em que eu tenho formação específica.
Neuralgia occipital: a dor confundida com enxaqueca →Entraremos em contato em breve.